domingo, 8 de maio de 2011

PRESENTE DE DOMINGO...

FELIZ DIA DAS MÃES PARA TODOS!!!



MÃE É SINÔNIMO DE AMOR

José de Sousa Dantas

MÃE é sinônimo de amor,
de luz e felicidade,
de conforto e esperança,
de ternura e de bondade,
de graça, desprendimento,
de paz e fraternidade.

A MÃE é fonte de vida,
de força e de união,
de solidariedade,
de consolo e compaixão,
de nobreza e confiança,
lealdade e proteção.

Toda MÃE se realiza
na sua maternidade,
dando luz a um novo ser,
pra sua felicidade,
emoção e alegria,
fortuna e prosperidade.

A MÃE luta pelo filho,
lhe acalanta e amamenta,
fortalece, ensina, ajuda,
aconselha e orienta,
defende, inspira, ilumina,
zela, abençoa e sustenta.

Seu filho é o melhor presente,
e num gesto de gratidão,
deve lhe corresponder,
com amor e devoção,
decência e dignidade,
carinho e compreensão.

As MÃES de todo planeta
merecem nossa atenção,
uma homenagem sincera,
num verso, numa canção,
como prova de amor
do fundo do coração.





sábado, 7 de maio de 2011

CHUVAS NA PARAÍBA

Itabaiana - PB inundada

Governo aumenta postos de coleta de donativos para desabrigados

07/05/2011 16:07

Da Redação
Com Secom-PB

A campanha de arrecadação de donativos para os desabrigados pelas chuvas, desenvolvida pelo Governo do Estado, vai ganhar o reforço de mais dois postos de coleta. A partir desta segunda-feira (9) as doações também poderão ser feitas nas tendas da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano, armadas no Busto de Tamandaré, na praia do Cabo Branco e na Gerência Executiva das Casas da Cidadania, no Centro da Capital. Os artigos de maior necessidade são materiais de limpeza, artigos de higiene pessoal, alimentos não perecíveis, água potável, lençóis e colchões.

Quem quiser participar da campanha tem, até o momento, 18 postos para fazer sua doação. Os outros são as Casas da Cidadania dos bairros de Manaíra, Jaguaribe e Tambiá, em João Pessoa, e os batalhões de polícia das cidades mais atingidas: Arara, Areia, Barra de Santana, Bayeux, Campina Grande, Ingá, Mogeiro, Itabaiana, Natuba, Pilar, Salgado de São Félix, Santa Rita e João Pessoa.

Além da campanha, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano está disponibilizando 30 técnicos para trabalhar em parceira com as secretarias de assistência social dos municípios prejudicados pelas chuvas. Os profissionais farão o cadastramento das famílias desabrigadas para recebimento dos donativos. Uma parceria com a Secretaria de Saúde do Estado vai agilizar os atendimentos daqueles que precisarem de auxílio médico.

De acordo com o último relatório emitido, os 13 municípios já têm 58 casas destruídas e 455 danificadas, afetando mais de 3.800 pessoas. Dez prédios públicos já estão ocupados por desabrigados, 180 quilômetros de estradas já foram afetados e, segundo o relatório, a PB-082 de acesso a Natuba está interditada. Açudes, bueiros, pontilhões e passagens molhadas também foram afetados pelas chuvas.


SÃO JOÃO DO NORDESTE


Não sou uma fanática pela Rede Globo, mas adoro os clipes que eles fazem todos os anos para divulgar o São João do Nordeste.




Você pode ver aqui, clicando abaixo ou no Youtube, clicando neste endereço: http://www.youtube.com/watch?v=wJuY6klIoOs






SOS PERNAMBUCO



A Arquidiocese de Olinda e Recife lança campanha em favor dos desabrigados das chuvas.

Em meio ao caos e a dor brota a solidariedade, uma ação genuinamente humana vivenciada de forma plena pelo Cristo.

Como seus discípulos e missionários, o clero, os religiosos e os leigos da Arquidiocese de Olinda e Recife seguem o este exemplo de amor. Neste sábado, 7, às 8h, será lançada oficialmente a campanha S.O.S. Pernambuco para auxiliar os desabrigados vítimas das chuvas que atingiram o Estado. Esta iniciativa será realizada por tempo indeterminado.

Um posto de arrecadação de donativos será instalado ao lado da Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem, na pracinha, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. Serão recolhidos alimentos, material de limpeza e higiene pessoal, lençóis, toalhas e roupas destinados às vítimas das chuvas que atingiram o Estado de Pernambuco. O material continuará sendo arrecadado nas 103 paróquias da Arquidiocese.

“A Igreja está pronta para atender no que for possível aos nossos irmãos que estão sofrendo essa calamidade”, afirmou o arcebispo, dom Antônio Fernando Saburido, que está em Aparecida (SP) participando da 49ª Assembleia Geral da CNBB. A Arquidiocese recomenda que os párocos e administradores disponibilizem os espaços paroquiais para acolher as pessoas desalojadas.

Na madrugada da quinta-feira, 5, moradores da comunidade de Vila Miguel Arraes, na Várzea foram surpreendidos pela água do Rio Capibaribe que invadiu as casas. Cerca de 200 pessoas da localidade estão sendo abrigadas no Centro Pastoral Dom Vital. A ação é um trabalho conjunto da arquidiocese com a Coordenadoria de Defesa Civil de Pernambuco (Codecipe).A comissão responsável pela campanha mapeou as paróquias que tiveram suas áreas atingidas pelas inundações. Entre elas: Casa Forte, Iputinga, Primavera, Muribeca, Ipojuca e Vitória de Santo Antão.

“É importante que as demais paróquias que não tiveram grandes problemas em suas comunidades se mobilizem com a mesma urgência das demais”, disse o vigário geral da arquidiocese, monsenhor José Albérico Bezerra.

Os coordenadores dos 14 setores que compõem o território arquidiocesano deverão recolher as doações e encaminhar para o Centro de Pastoral Dom Vital, na Várzea. Lá, agentes e voluntários estarão recebendo os donativos e fazendo a triagem para a entrega aos desabrigados.

Posto de arrecadação da Campanha S.O.S. Pernambuco
Local: Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem (Igreja da pracinha de Boa Viagem)
Dias: 7, 8, 14 e 15 de maio
Horário: a partir das 8h

Todas as 103 paróquias da Arquidiocese de Olinda e Recife também receberão donativos.

Pastoral Social – AOR
Comissão Arquidocesana de Pastoral para o serviço da Caridade, da
Justiça e da Paz





PORQUE HOJE É SÁBADO...



"Atiro a porta mãe?"


Vivia um menino pobre, com sua mãe, nas últimas casas de uma aldeia.

A mãe ia trabalhar, todos os dias, deixando o menino sozinho. Antes de sair recomendava-lhe:

- Não abras a porta a ninguém, nem mostres as nossas verónicas!

O menino respondia-lhe que fosse descansada, porque ele faria conforme ela lhe estava a recomendar.

Mas, certo dia, uns homens, que pareciam boas pessoas bateram à porta e perguntaram ao rapazinho se lá em casa haveria alguma coisa bonita que ele lhes pudesse mostrar.

O menino correu a buscar as verónicas, que a mãe guardava na cómoda do quarto. Os ladrões – porque era isso que eles eram – pegando no saco, imediatamente se foram embora.

Pouco depois, chegou a mãe. O menino estava triste e confessou-lhe o que se tinha passado. A pobre mulher, vendo-se sem o seu tesouro, lançou mãos à cabeça e começou a correr estrada abaixo, pelo caminho que os ladrões tinham seguido.

Entretanto, gritava para o menino que a queria acompanhar:

- Fecha a po…o…orta…!!!

- Levo a porta, mãe…e…e? – respondia-lhe o menino.

- Fecha a po…o…o…orta…!!!

- Levo a porta, mãe…e…e?

Sem entender o que a mãe lhe gritava, cada vez mais distante dele, levantou a porta e começou a correr, com ela às costas, ao encontro da sua mãe.

Já muito longe de casa, muito cansados e sem verem o caminho, porque, entretanto, o sol já se tinha posto, mãe e filho resolveram passar a noite em cima de uma azinheira, carregando, também, a porta.

A altas horas, sentem passos… conversas… por entre as árvores do montado. E, qual não foi o seu espanto quando, precisamente debaixo da árvore em que eles estavam, se vieram sentar, discutindo, dois homens carregados de sacos e outros objectos. Eram os ladrões, que se preparavam para dividir, entre si, o que tinham roubado.

Então começaram:

- Pataca a ti... pataca a mim…
- Pataca a ti... pataca a mim…

A mulherzinha e o filho, em cima da árvore, nem respiravam. A criança na sua imprudência, murmurava à mãe:

- Atiro a porta, mãe?

A mãe, com um gesto, tapava-lhe os lábios, gelada de medo. O menino continuava:

- Atiro a porta, mãe?

E atirou!

Os ladrões, pensando que era o céu que lhes caía em cima, puseram-se em fuga e não mais voltaram.

Foi assim que mãe e filho puderam recuperar não só as suas verónicas, como também, ganhar muitas outras riquezas que os ladrões abandonaram no chão, debaixo da azinheira.

Nota:" verónica" – moeda em oiro (segundo Filinto, VII, 228) in "Dicionário de Língua Portuguesa" de Cândido de Figueiredo.

Este conto popular deve ser muito antigo e pouco conhecido, porque só o ouvi contar a uma pessoa de muita idade. Pelas circunstâncias e pela palavra "verónica" denota ser muito antigo.